Continuando...
Durante muito tempo o BMX seguiu os passos do Skate, acho que agora anda com suas próprias pernas (ou rodas, que seja), aqui no Brasil temos muito oque aprender com o Skate, o exemplo que eu citei no post anterior é um deles, construir com as próprias mãos o pico pra poder fazer aquele rolê é uma parada que todos ganham. Também temos que dar aquele trampo sabendo que você tá fazendo alguma coisa em espaço público, a galera vai colar e vai andar, seja BMX, Skate ou inline, lógico há regras, a galera tem que prestar aquele respeito pra quem construiu, preservar o local e assim que puder contribuir para a construção de novos obstáculos.
Isso não se aplica somente aos obstáculos de rua, o dirt/trails é o exemplo que o BMX pode dar, a galera tem que dar um trampo pra ter o local dos sonhos, a proporção de trabalho/rolê é tipo 3 pra 1, ou seja 3 horas de trampo pra 1 de rolê, no trails de Carapicuíba em época de chuva a proporção é ainda maior.
Muita gente quer ser respeitado simplesmente colando no local e mostrando todo o repertório de manobras, no entanto não é esse o espírito, no trails se consegue respeito com muita atitude e trampo.
É isso..., fiquem de olho...
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